Holy War

holywar00Este é outro jogo da GameArt Studio, ambientado no Oriente Médio nos tempos das Cruzadas. Assim como Tagoria, o outro jogo da empresa alemã, Holy War tem belos gráficos.

Tudo começa quando ao se inscrever no jogo você deve decidir se quer ser um Cristão, Sarraceno ou Pagão. Depois de escolher a fé que professa, torna-se um bravo guerreiro que lutará no mundo dos cavaleiros medievais que dedicaram suas vidas pelo controle da Terra Santa. Como um bravo guerreiro desta época você lutará com outros adversários, da mesma fé ou não, assaltará fazendas, caravanas, outros guerreiros que se descuidaram no caminho. A cada assalto ganhará mais e mais moedas de ouro e experiência, que lhe permitirão avançar para um novo nível. Mas ne todo assalto é bem sucedido, podendo o bravo guerreiro voltar para casa sem qualquer recompensa. Antes mesmo de começar um assalto o guerreiro já tem que dispor de algumas moedinha de ouro. Para fazer um saque precisa ter 10 moedas de ouro. Os saques podem durar 10, 20, 30, 40, 50 ou 60 minutos. O tempo máximo por dia que se pode saquear são 60 minutos. Enquanto está saqueando não pode realizar outras atividades no jogo. O bravo guerreiro tem que se concentrar no que faz.

Com o ouro ganho nestas sangrentas batalhas, fará uma casa e a ampliará mais e mais, até que se torne o mais belo palácio deste velho mundo cruzado. O bravo guerreiro terá sua arma, armadura, elmo, escudo e um cavalo companheiro das batalhas. Tanto o guerreiro como o cavalo tem habilidades que, com o dinheiro conquistado pode-se aumentar mais e mais.

holywar03Mas não só de assaltos vive o bravo guerreiro, que pode na cidade encontrar trabalho. Começa exercendo uma profissão mas, com o passar dos níveis pode exercer outras profissões, com um salário maior, podendo trabalhar no máximo 8 horas por dia. Também na cidade o bravo guerreiro pode trocar seu armamento, comprando novas armas, elmos, escudos e armaduras nas barracas do mercado. Caso esteja ferido, precisando de cura para suas chagas, pode comprar diferentes poções que lhe devolvem pontos de vida perdidos.

Também na cidade, em uma visita ao ferreiro, pode-se adquirir armas, e defesas que não encontre no mercado. Mas o preço é mais alto do que uma arma de segunda mão. Também está lá o alquimista para vender suas poções de cura. Caso não encontre um cavalo à sua altura no mercado, pode visitar o estábulo em busca do animal perfeito.

Ao chegar ao nível 11 o bravo guerreiro pode entrar na taberna e divertir-se jogando contra adversários em dois viciantes jogos. Mas como é normal em jogos de azar, o bravo guerreiro pode tornar-se um verdadeiro farrapo humano, perdendo todo seu ouro em vão.

O bravo guerreiro em sua longa caminhada por este mundo cruel pode conseguir uma arma única. Só existem três no jogo, uma para cada confissão. Se um jogador ganhar uma batalha de um outro que possua esta arma, passa a posuí-la, mesmo que não tenha a mesma fé. E um único jogador pode possuir as três armas ao mesmo tempo.

Na cidade também encontra-se a Arena, outra forma de ficar rico neste mundo sangrento. Na Arena o guerreiro pode medir suas forças com outros combatentes. Nestes duelos o vencedor recebe o total apostado, menos as taxas da arena (até nos jogos cobra-se impostos). Somente a partir do nível 10 pode-se inscrever-se em um desafio na Arena. Se após duas horas de espera, não encontrar um oponente, será retirado da Arena, voltando para casa sem o dinheiro apostado. Também existem os Torneios na Arena, onde pode-se apostar o nível do personagem vezes 20 moedas de ouro. Ou seja, se o guerreiro tem nível 10, vezes 20 moedas, serão 200 moedas de ouro a apostar. É um mundo duro!

holywar02Como em todo jogo, aqui há alianças, que são chamadas de Ordens. A partir do nível 5 o guerreiro pode ingressar em uma Ordem, desde que seja de sua mesma confissão. A partir do nível 15 o guerreiro pode fundar sua própria Ordem que custa 1000 moedas de ouro. A Ordem também tem uma “casa”, no caso chama-se uma sede que, assim como a casa do guerreiro, deve ser constantemente ampliada. Quanto maior mais membros a Ordem poderá ter. Cada Ordem tem um Mestre e um Chefe Militar, que são os administradores, responsáveis pela formação de alianças, aceitar ou rejeitar membros. As Ordens podem declarar guerra umas contra as outras por um custo de 100 moedas de ouro, e sempre que tenham ao menos 5 membros. A Ordem vencedora pode saquear de 10% a 50% do botim da Ordem derrotada.

Existe também o mercado de Mercenários na cidade, onde o guerreiro pode oferecer-se para lutar por outro, ou contratar alguém que lute por si. Há um salário a ser pago pelos serviços do Mercenário. Mas o Mercenário só recebe o soldo se tive ao menos 90% de seus pontos de vida (energia vital), se não for assim lutará e não receberá o salário.

Só para concluir, sem dizer tudo do jogo, também existem as Batalhas Santa. Para participar de uma Batalha Santa o bravo guerreiro deve ter ao menos nível 11. Só se pode entrar em uma Batalha Santa apoiando outros da mesma confissão. Recebe-se um pagamento militar e uma recompensa. Os heróis além destes benefícios, também recebem uma bonificação extra. Mas para ter a recompensa também deve ter ao menos 90% dos pontos de vida.

Curioso com o jogo? Confira então!

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Acesse o jogo: Holy War

Site da Empresa: GameArt Studio

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Tagoria

tagoria00Tagoria é mais um daqueles jogos no navegador, que o indivíduo passa horas, dias, esperando algo acontecer e, quando acontece a única novidade é uma nova mensagem para ser lida. Bem mas claro que este jogo tem a sua história, o seu universo que lhe dá personalidade própria.

Este é um jogo da empresa alemã GameArt Studio, que conta também com o jogo Holy War. O jogo tem um visual excelente e é relativamente complexo, fazendo com que o jogador não se canse tão rapidamente dele.

Tagoria é um mundo onde o jogador é um bravo guerreiro. Este guerreiro temível enfrentará batalhas sangrentas com outros adversários (jogadores), matando terríveis bestas pelos recantos de Tagoria (mais especificamente na Serra), ou defendendo os deuses quando precisarem de sua ajuda. Em recompensa os deuses também ajudarão o guerreiro a vencer suas batalhas. A missão é lutar, lutar, lutar até transformar-se no maior guerreiro de Tagoria! Para conseguir esta façanha, precisa-se comprar armas, armadura, elmo, anéis, braceletes e amuleto que aumentam sua força, agilidade, habilidade, resistência, etc.

tagoria03O bravo guerreiro vive em uma caverna, que ao longo do jogo deve melhorá-la. Melhorar a caverna aumenta sua regeneração e dá-lhe mais resistência contra o ataque de terríveis inimigos que possam atacá-lo no aconchego do lar. Para conseguir adquirir tantos bens, melhorar sua caverna, e treinar suas habilidades, deve acumular muitas e muitas pedras de âmbar. Trabalhando, cumprindo missões, assaltando outros guerreiros, lutando por outros e comercializando, pode-se acumular muitas pedras.

Há diferentes telas no jogo, onde se pode ver as informações do personagem (quanto tem de pedras de âmbar e diamantes, o equipamento que está usando e o que tem de reserva, etc). É também possível treinar para aumentar suas habilidades. Conforme sobe de nível, ganha pontos para treinar as habilidades sem precisar gastar pedras de âmbar. Isto ocorre em três momentos: quando atinge um terço dos pontos necessários para evoluir de nível, quando chega à metade dos pontos e quando falta um terço dos pontos para evoluir de nivel. A cada mudança de nível, além de mais pedras de âmbar, também ganha-se mais pontos para treinar as habilidades. Com a mudança de nível os pontos de vida também aumentam.

Em Tagoria existem hordas, às quais pode-se unir a partir do nivel 6. Também no nível 6 pode-se fundar uma horda, que custa 1000 pedras de âmbar. Cada horda tem um príncipe e um capitão. As hordas podem declarar guerra entre si quando têm a partir de 5 membros. Com isto podem saquear entre 10% e 50% do botim da horda adversária. Só se pode declarar guerra novamente a uma horda depois de 24 horas. A união entre duas ou mais hordas, forma uma aliança, que pode ser desfeita a qualquer momento. Assim como o guerreiro tem sua caverna, a horda tem um distrito. Quanto maior for o distrito maior poderá ser o número de membros da horda.

tagoria02Este bravo guerreiro que mora em uma caverna tem a seu dispor uma aldeia, onde pode trabalhar na fazenda (em determinados níveis sua profissão muda e o salário aumenta). Também na aldeia encontra o Druida, onde lhe são dadas missões das quais receberá recompensas. Só se tem 6 pontos de missões ao dia. O druida também pode enfeitiçar objetos, aumentando o poder destes. Também na aldeia encontra-se o Ferreiro, onde se pode comprar armas, armaduras, elmos, etc. O Alquimista é onde pode-se comprar todo tipo de poções para regenar os pontos de vida perdidos nas terríveis batalhas enfrentadas. O Mercado também está lá na aldeia, onde compra-se e vende-se de tudo (menos as runas). Ao colocar um objeto à venda no mercado há um valor máximo e mínimo pelo qual colocar o objeto à venda. Eles ficam apenas 24 horas no mercado, e passando este período são retiradas. Ao concluir uma venda no mercado deve-se pagar uma comissão pela transação.

E olha que ainda não disse tudo o que é possível encontrar no jogo. Apenas para concluir esta grande introdução, este jogo, como muitos outros, tem a opção premium, na qual pode-se pagar para ter cristais extras, pedras de âmbar extras, pontos extras de missão, entre outras vantagens. Quer conferir? Bom divertimento!

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Acesse o jogo: Tagoria

Site da Empresa: GameArt Studio

Travian

travian00Este é outro joguinho dos muitos que se joga no próprio navegador. O esquema é o mesmo de sempre. Põe edifícios a evoluir, constrói tropas, faz ataques, evolui, consegue novas aldeias, evolui… Só que o diferencial deste é que há uma divisão em tribos: romanos, teutões e gauleses.

No começo do jogo, temos um tutor que nos acompanha: o Mestre das Missões. Ele vai nos dizendo o que fazer e, a cada tarefa cumprida, nos dá um prêmio. Terminada a seqüência de missões dadas pelo Mestre das Missões, encontramo-nos sós e abandonados para continuar jogando sozinhos. Ganhamos um prazo para conseguir algumas evoluções, e depois, ou nos tornamos sanguinários jogadores do tipo que atacam a tudo e a todos, ou nos tornamos farms de algum jogador deste tipo.

Recursos

Recursos

Começamos com apenas uma construção, o edifício principal, e com locais para evoluir os 4 recursos disponíveis no jogo para evoluirmos: madeira, barro, ferro e cereais. Cada construção ou mesmo as minas, bosques e campos exigem uma quantidade variável de material para evoluir. Dependendo da tribo que você elegeu no príncipio do jogo, os valores de uma mesma construção em um mesmo nível podem ser diferentes.

Assim como os custos das evoluções variam, os tipos de unidades militares disponíveis para cada tribo também são diferentes. Além dos soldados que podemos produzir em nossas aldeias, podemos capturar animais – as forças da natureza – que podem nos servir futuramente em batalhas ou na defesa das aldeias.

Existem telas diferentes, ou visões, no jogo. Uma é a Visão Geral da Aldeia, onde se pode visualizar os campos dos recursos. Outra visão é o Centro da Aldeia, onde se pode ver o centro da aldeia com todos os edifícios ou espaços vazios para as construções futuras. Existem mais edifícios a construir do que espaços em uma aldeia para construí-los, o que te força a ter outras aldeias mais cedo ou mais tarde. Outra visão do jogo é o Mapa, onde se pode ver os vizinhos e áreas vazias para a fundação de futuras aldeias.

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Centro da aldeia

Como disse antes existem três diferentes tribos no jogo. Os Romanos são os que tem maior desenvolvimento tecnológico, e são os que tem melhor estrutura para dominar no jogo. Os Gauleses são os mais pacíficos e, por isto, tem facilidades na parte defensiva, sendo a tribo mais apropriada para seres pacíficos. Já os Teutões são os mais agressivos militarmente, porém, são os que tem as piores defesas.

Além disso, há o acesso às Estatísticas, onde se pode conferir o nosso Ranking no jogo, e as mensagens que recebemos ou enviamos, de ataques, comércio, ou mensagens para ou de outros jogadores.

Bem, se gostou do geral ai de cima e quer jogar Travian, fica aqui os servers brasileiro e português para você. Bom jogo!

OGame – o maldito

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Uma das telas do jogo, estática, mostrando os planetas que tem o jogador.

Há já mais de mes não falo aqui de jogos. Hoje resolvi relembrar o maldito OGame. É bom o jogo! O problema é que as mulheres sentem-se um pouco, digamos, esquecidas quando o homem joga OGame. É daquele tipo de jogo que quando o dito cujo começa a jogar nem lembra que nós mulheres existimos. Só pensa nas frotas que tem que construir, que proteger, nos recursos que tem para comercializar, nas alianças a fazer, nos ataques. É um inferno, para as mulheres! Para os homens, rapazes e garotos é um verdadeiro deleite.

O pior de tudo é que aqui em casa quem começou a jogar OGame fui eu. Sim! Eu! Fui eu que trouxe o mal para esta casa! Agora, passados uns 3 anos que o homem continua jogando Ogame, ainda tenho que aturá-lo pedindo que verifique a movimentação de frotas, que dê uma olhadela para ver se não vem nenhum ataque a caminho… Maldito Ogame!

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Tela onde mostra as naves que se pode construir.Você nunca as verá em ação. Mas elas estão lá.

Este jogo é do tipo que joga-se no próprio navegador (internet explorer, mozilla firefox). Você não vê nada acontecendo, nem uma ceninha de batalha, nem uma movimentação, nada. A única coisa que vê são telas estáticas de relatórios de produção, ataques, movimentação de frotas. E a coisa leva horas para se desenrolar, dias, meses… E o cara lá com a fuça grudada na tela esperando o ato em si concretizar-se durante longo período. E quando enfim alguma coisa acontece, a única mudança que se vê é uma nova mensagem para ser lida dizendo que a batalha aconteceu, ou que as naves que vinham do planeta X chegaram ao planeta Y. Aff… E pensar que perdi meu tempo jogando isto! Melhor nem lembrar.

Caso você seja um rapaz, moço, homem, senhor, e tenha visto alguma graça neste jogo, deixo aqui o link para acessá-lo. Os servidores brasileiros estão aqui e os portugueses aqui.

Se você tem mulher, filhas, mãe, sogra, por favor não jogue. Tenha compaixão destas criaturas que sentirão imensamente a sua falta.

Resident Evil

O super vilão Nemesis, do jogo Resident Evil 3

O super vilão Nemesis, do jogo Resident Evil 3

Meu lindo e esperto sobrinho Fernando, um dia começou a falar de jogos comigo, e no meio da conversa comentou sobre o Resident Evil. Devia ser lá pelo final dos anos 90 do século passado. Nem me lembro o ano ao certo. O jogo existia há alguns anos. Na época, eu era uma criatura que nem sabia o que era isto de jogos de computador, só sabia de jogos de videogame, daqueles antigões de cartucho que se alugava ou se comprava, com aqueles joysticks varinhas e a bolinha para apertar e saltar, e coisa e tal. Então Fernando, que na época era o Fernandinho, começa a me falar tantos nomes estranhos e tantos jogos diferentes que, pela primeira vez na vida, me senti uma velha ultrapassada. Mas sou uma pessoa aberta a novas experiências (inocentes pelo menos, visto que sou conservadora assumida) e resolvi que iria conhecer aquele tal de Resident Evil.

Como na época era costume e ainda não existia um policiamento combativo contra a pirataria, só precisei sair em uma das portas principais da faculdade para encontrar um camelô que fornecesse a mercadoria ali mesmo no meio da rua. E que atire a primeira pedra quem NUNCA fez isto. Adquiri um Resident Evil 3 (já estava no três). Cheguei em casa, fui direto no computador e fiquei chateada. Era tudo em japonês. Se fosse em inglês eu até entendia alguma coisa. Depois acabei por descobrir que existia a versão em inglês. Porém a versão japonesa era óbvia, pois a Capcom (empresa desenvolvedora do jogo) é japonesa.

Tive que pedir o precioso auxílio de Fernando para aprender a jogar aquilo. Aprendi em termos. Descobri minha imensa lerdeza para mexer nas setas do teclado e lembrar-me onde estavam as letras que tinha que apertar para as ações do jogo. Também descobri que o jogo mexia para vários lados, nada comparado com os de videogame que conhecia nos quais estava tudo ali na frente e só precisava “olhar” para uma direção. O meu mundo de jogos ganhou novas dimensões, cores e possibilidades, e ainda por cima, com um jogo que era “velho” (segundo Fernando, o jogo tinha 2 ou 3 anos já era velho).

O tempo foi passando e comprei legalmente (originais) o Resident Evil 2 e 1, nesta ordem. Mas infelizmente, nunca consegui jogar o 1, pois quando o adquiri meu computador tinha como sistema operacional o Windows millenium, e o jogo só funcionava no Windows 95. Também descobri sites falando dos jogos, onde se podia encontrar detonados, fotos, sinopses, etc., de cada jogo da série. Eles não se resumem apenas aos que citei mais acima. Há vários, divididos entre uma série principal, uma de survivors, de remakes, além de alguns terem diferentes versões. Os jogos basicamente giram em torno de uma idéia. Uma empresa (Umbrella Corp) cria um vírus superpoderoso que acaba por infectar as pessoas, e os heróis dos jogos têm que fugir dos zumbis (as pessoas infectadas pelo vírus) entre outros seres estranhos resultantes de experiências da Umbrella. Levei bons sustos com o Nemesis, meu primeiro vilão de jogos de computador. Nem todos são jogáveis no computador. É possível ver uma lista completa dos jogos da série em um dos sites oficiais (Japão, Estados Unidos e Europa), assim como saber mais sobre a série de jogos. Mas para quem não sabe japonês, inglês, alemão, francês, português escrito em portunhol alusitanado, espanhol, etc., a Wikipédia dá uma ajudinha.

Um dos monstros do filme Resident Evil: O Hóspede Maldito

Um dos monstros do filme Resident Evil: O Hóspede Maldito

Anos, bons anos depois, estava eu lendo o jornal para saber o que passava no cinema, e lá vi um filme que nem acreditei: Resident Evil: Apocalipse (já era o segundo filme inspirado no jogo). Como meu companheiro já sabia de meu carinho pelo Residet Evil, assim que lhe falei do filme prontificou-se a me acompanhar para ver um filme de um jogo que ele nunca quis jogar porque não gosta de games de horror. Gostou tanto do filme que tratamos de encontrar o primeiro: Resident Evil: O Hóspede Maldito. Virou fã dos filmes, apesar de nunca ter jogado (continua resistindo). Em 2007, assim que vimos o anúncio, corremos ao cinema para ver o terceiro: Resident Evil 3 – A Extinção. O engraçado é que ele gostou mais dos filmes do que eu. Eu esperava rever nos filmes as histórias que já conhecia dos jogos, mas não foi assim. Foram novas histórias com o mesmo pano de fundo. Apesar da pontinha de decepção, valeu. Mas ainda preciso encontrar o outro filme. Sim, tem outro mais. Foi lançado entre fins de 2008 e princípios deste ano. Este não tem nada a ver com os outros três, é em animação gráfica e traz os personagens “reais” dos jogos. Acho que deste vou gostar.

Há algumas semanas fui presenteada com um Resident Evil 4 (nem joguei ainda), e relembrei dos bons velhos tempos em que Fernando me ensinava sobre jogos. Fui atrás novamente de sites sobre a série e fiquei sabendo da boa notícia de que o Resident Evil 5 vem aí (na data deste post é lançado na Europa). Bem vindo RE 5! Até a tia aqui está aguardando! Não sou entendedora de jogos, viciada neles ou algo assim. Mas gosto muito deste tipo de “brinquedinho”. Estou velha mas não estou morta, e prefiro os jogos ao tricô. Os Resident Evil já renderam boas horas de diversão (e sustos) a esta “velha” tia. E fica aqui, para finalizar este momento mofo permeado de novidades, um pequeno vídeo que mostra um pouco da história que vai rolar no novo jogo Resident Evil 5.

Quebra-cabeças dos tempos modernos

Quando era criança, quebra-cabeça ou puzzle era um jogo em que montávamos uma imagem juntando diversas pecinhas que se encaixavam. Podiam ser fáceis, com o desenho em uma base para seguirmos, ou mais complicados, daqueles com milhares de peças (meu grande sonho de consumo na época).

O tempo passou, não sou mais criança, o quebra-cabeça com mais peças que tive foi um de apenas algumas centenas. Mas sobrevivi sem conseguir o meu sonho de ter um de mil ou duas mil peças.

grow-ver-1

Grow ver.1

Agora, a coisa é um pouco diferente! Os quebra-cabeças são virtuais, eletrônicos, pode-se jogar no computador, ou no próprio navegador ou a partir de um programa que se instale. Há os que ainda temos que juntar pecinhas até formar a imagem. Mas também há os que temos que unir objetos até atingir o nível máximo.

Este último tipo de puzzle (quebra-cabeça) descobri ao conhecer os joguinhos da Grow Series. Abri um, comecei a “inserir” os paineizinhos no jogo para ver no que dava. De certa forma a lógica continua a mesma, tem-se que encaixar as peças para completar o jogo. Mas há uma ordem, ou mais de uma, que ganha-se. Nas demais até termina-se, mas não se vence o jogo. Só que mesmo não vencendo, pode-se ver o jogo avançar de diferentes formas, o que o torna divertido mesmo sem ganhar.

Eu chamaria estes jogos de esquisitos, estranhos, doidinhos e viciantes.

Jogos de Point and Click

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Covert Front

Além dos jogos de fuga que encontrei pela net, também encontrei diversão nos jogos de Point and Click. Nestes vai-se clicando na tela que aparece até completar uma tarefa, e conseguir avançar para outra tela. Tem um super simples que é encantador (fora que a trilha sonora também é 10). Pra quem nunca jogou um destes é o ideal pra começar: Quest for the rest. Porém, pra quem quiser maiores desafios, sugiro o Old Castle (são 3 jogos). Demorei uns três dias pra terminar o primeiro mesmo lendo o detonado. O melhor que joguei até agora. O detonado indispensável pra jogá-lo está aqui. Outro bom desta categoria é o Covert Front (são dois jogos), bem mais fácil que o anterior. Sugiro também a série de jogos Arcane Games Season 1 e 2. O ruim deste é que morri direto. Mas os episódios que consegui terminar (não foram todos) me deram vontade de continuar a jogar os outros. Neste link tem acesso aos episódios todos (cuidado, não estão em ordem).

wogger

Wogger

O point and click no qual ando no momento é o Wogger-mini. Quantos levels tem este joguinho? Não faço idéia. Nunca tive a curiosidade de ver no site qual o último chapter (level). Na verdade o Wogger é um conjunto de mini jogos – por isto Wogger-mini -, já que cada level é independente e pode ser acessado mesmo que não se tenha jogado os levels anteriores. Estou adorando a família Wogger! Demorei a descobrir que Tipiti era ela e não ele. Só fui perceber quando o filhote apareceu pela primeira vez. Oh lerdeza!

Mas além do Wogger-mini que ando jogando, há outro Wogger, com 10 levels (a cada level completado recebe-se uma password para o próximo, assim não precisa jogar tudo de uma vez, e pode-se pular os levels já completados). E tem também o Wogger-inside, que ainda não joguei, com 3 levels.

Onde encontro estes jogos de Point and Click e muitos mais? Aqui. E aqui está a lista dos detonados do mesmo rico site.