Buquê de Noiva (Spiraea cantoniensis)

buquedenoiva00Este arbusto ficava à esquerda do portão lá de casa, isolado e na memória que tenho dele, parecia sempre florido. Brinquei muito na sua sombra. Até que um dia… foi arrancado para uma intervenção e nunca mais tive outro por perto.

Seu nome é Buquê-de-Noiva (Spiraea cantoniensis), em espanhol é Corona-de-Novia e em inglês Bridal Wreath Spiraea. Se olharmos os buquês entendemos a razão deste nome. É originária do Extremo Oriente (China e Japão).

O Buquê-de-Noiva é um arbusto que pode chegar a 2 m de altura e 1,5 m de diâmetro. É bem ramificado, sendo seus galhos finos e flexíveis. Suas folhas são simples, alternadas, com borda irregular e num verde escuro. Medem de 2 a 6 cm de comprimento. Dá-se bem em climas tropicais a temperados. Dependendo do clima, e de sua saúde, pode florecer desde o Inverno até a Primavera.

boquedenoiva01As flores são abundantes. Surgem pequenos caules agrupados no final de um galho. Em cada um destes caules forma-se um botão. As flores abrem-se formando um buquê. Como o arbusto é bem ramificado estes buquês acabam por surgirem em abundância, sendo que na plena floração, quase que cobrem totalmente o arbusto, encobrindo as folhas. Há duas variedades de Buquê-de-Noiva que se diferenciam pelas flores: existe a variedade de flores dobradas e de flores simples. Mas nas duas variedades as flores são pequenas, com cerca de 1 cm de diâmetro. As flores são atrativas para borboletas, são uma boa alternativa caso se queira a presença de borboletas no jardim. Os frutinhos amadurecem no outono.

buquedenoiva03Quanto aos usos que se pode dar à planta, o Buquê-de-Noiva fica muito bem isolado, mas pode ser plantado em grupos pequenos (de 2 a 3) em esquinas, grandes canteiros ou integrando maciços. É comum vê-lo em parques ou jardins públicos.

O Buquê-de-Noiva deve ser cultivado a sol pleno, mas tolera meia sombra, desde que receba muita luz solar durante a maior parte do dia. O solo precisa ser fértil. Não tolera ventos fortes por seus galhos quebrarem facilmente. Em climas muito frios pode ser afetado por geadas fortes. Deve ser regada regularmente, principalmente nos períodos secos, apesar de ser relativamente resistente às secas leves. É recomendado adubá-la antes do início da floração.

Não necessita de podas, exceto no caso de se querer mantê-la limpa por baixo, dando mais forma de uma árvore, sendo necessário eliminar os galhos mais baixos. Caso não haja interesse em mantê-la limpa por baixo, crescerá e formará uma moita densa.

O Buquê-de-Noiva pode ser reproduzido por estaquia, tanto feitas com galhos mais velhos como novos. O período mais adequado para sua reprodução é o Inverno.

No caso deste arbusto pode-se dizer que tudo são flores, já que dificilmente é afetada por alguma praga ou doença, tendo normalmente uma longa vida.

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Fontes:

Arboles y Arbustos

Ecolage

Floridata

Paisagismo Digital

Mais imagens em:

Wikimedia

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Dama-da-Noite (Cestrum nocturnum)

damadanoite00Ah, a minha Dama-da-Noite na janela… ficou lá no Brasil…

Há mais de uma flor que é conhecida com o nome popular de Dama-da-Noite. Mas a que pessoalmente denomino como Dama-da-Noite é a da foto ao lado, e somente ela é que chamo assim. A Dama-da-Noite (Cestrum nocturnum) também é conhecida com os nomes de Rainha-da-Noite, Flor-da-Noite, Jasmim-da-Noite, Coirana, Coerana e Jasmim-Verde. Em espanhol é chamada de Cotí, Dama-de-la-Noche e Galán-de-Noche. Em inglês é chamada de Night-blooming Cestrum, Lady-of-the-Night entre outros nomes.

Seu habitat original são as regiões tropicais da América, principalmente nas Antilhas e México, assim como também é nativa da Índia.

A Dama-da-Noite é uma planta arbustiva de ciclo de vida perene. Pode atingir alturas de até 4 metros, apesar de seu tamanho médio girar em torno de 1,5 m. Chega a 1,5 m de diâmetro. Tem caule com textura semi lenhosa, começando reto e ramificando-se de forma sinuosa, com terminações pendentes. As folhas são simples, ovais e brilhantes na parte superior. Possui flores de aroma inebriante que só se abrem e exalam este perfume durante a noite. O perfume da Dama-da-Noite é um dos mais fortes entre as plantas. As flores são pequenas em forma de cálice, com uma terminação que lhe dá o aspecto de uma estrela. São em grande número, de pequenas dimensões na cor branca, havendo uma variedade de flores amarelas. Enquanto estão fechadas as flores tem uma coloração esverdeada. Quando estão abertas são brancas em sua parte interna. A época de floração é a Primavera e o Verão. A polinização fica a cargo de abelhas, beija-flores e borboletas. Caso queira atrair borboletas para seu jardim a Dama-da-Noite é um bom chamariz. Os frutos são bagas de cor branca, translúcidos em sua parte interna.

damadanoite02Toda a planta é tóxica, mas nas folhas e frutos verdes há uma maior concentração de glicosídeo. A intoxicação provoca vômitos e náuseas, seguido de agitação psicomotora, distúrbios comportamentais e alucinações, midríase e secura das mucosas.

A Dama-da-Noite é utilizada tanto no paisagismo como na perfumaria. Segundo dizem, o óleo essencial é utilizado para manter o vigor sexual.

Em sua utilização como planta ornamental pode ser utilizada junto a cercas para recobri-las. Pode ser conduzida através de podas e tutoreamento, sendo utilizada como trepadeira. Normalmente é utilizada isolada mas pode ser em pequenos grupos que também dá um belo efeito. Deve ser cultivada a pleno sol para que produza mais flores. Caso se deseje que produza menos flores, pode ser cultivada a meia sombra, florindo menos e sendo menos perfumada. É indispensável em jardins aromáticos. Como toda planta de odor forte, não é conveniente tê-la próximo à casa, caso haja pessoas sensíveis a fortes odores, pois podem causar alguma reação alérgica.

damadanoitefrutosÉ uma planta rústica que exige poucos cuidados, adaptando-se melhor a locais de clima quente e úmido. Deve ser cultivada em sol pleno. Ainda que esteja em uma área sombreada, deve receber luz solar direta a maior parte do dia. Não se dá bem com a salinidade, não sendo conveniente para jardins de casas próximas à praia. O fato da planta ser tóxica exige cuidados em seu manuseio. Lave muito bem as mãos após tratar da planta, e preferencialmente utilize luvas. Só deve ser regada quando a terra estiver seca, sendo que o solo deve ser arenoso e rico em matéria orgânica. Na adubação utilize adubos que contenham fósforo. Em relação aos adubos naturais pode-se utilizar tanto farinha de osso (pó de osso) como farinha de peixe. A adubação deve ser feita ao menos uma vez ao ano e sem exageros. Ao adubá-la não deixe o adubo exposto na superfície, no caso dos adubos em pó, removendo um pouco a terra e misturando-o a ela. Se plantadas em vasos devem ser adubadas e regadas com maior frequência. Pode ser podada, sendo o momento ideal para isto o período logo após o fim da floração, dando preferência a tirar-lhe apenas galhos secos ou doentes. É uma planta invasiva sendo que, a qualquer descuido pode espalhar-se facilmente.

damadanoitesementesA multiplicação é feita na Primavera, Verão e Inverno. Sua reprodução pode ser feita através de estaquias dos ramos ou por sementes. As sementes têm apenas 1 mm, sendo esféricas e achatadas. Como é comum, plantas de maiores dimensões levam um tempo considerável para atingirem a maturidade quando multiplicadas através de sementes, sendo mais prático a produção através de estaquia pela maior rapidez a atingir a maturidade.

É uma pena que ainda não inventaram uma forma de se sentir aromas pela internet, pois este post só estaria completo se fosse possível sentir o intenso perfume destas pequenas flores.

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Fontes:

Ambiente Brasil

Jardineironet

Veja aqui mais imagens de Dama-da-Noite

Wikimedia

Manacá-de-Cheiro (Brunfelsia uniflora)

manacacheiro01Vovó tinha um Manacá-de-Cheiro quando eu era ainda muito pequenina. Lembro que para a criancinha de 3 ou 4 anos de idade, era tão mágico aquela arvorezinha que dava flores de cores diferentes! Não adiantava minha avó explicar que as flores mudavam de cor, eu teimava a todo custo que não, elas nasciam diferentes! Mas como eu já passei desta fase, não insisto mais nesta fantasia. Lembro também que perdia muito tempo olhando o arbusto, gostava de tirar folhas só para sentir sua textura em minhas mãos. Coisas dos tempos de inocência. Minha avó sempre gostou de flores perfumadas, e tirava flores para sentir o perfume e por vezes colocava nos cabelos. Vamos ao Manacá-de-Cheiro?

O Manacá-de-Cheiro (Brunfelsia uniflora) também é conhecido como Geretataca, Caágamba, Romeu-e-Julieta, Mercuri, Manacá-de-Jardim e Ontem-Hoje-e-Amanhã. Em espanhol também é conhecido por Manaca e Francesino. Em inglês pode ser chamada de Yesterday-Today-Tomorrow. É originária do Brasil, sendo nativa de zonas de clima tropical e subtropical.

Tem ciclo de vida perene, é muito perfumada, razão pela qual também é chamada de Manacá-de-Cheiro. É classificado como um arbusto mas, dependendo do espaço onde é cultivado e da idade que atinja, pode chegar a ter 3 metros de altura, tornando-se uma árvore de pequeno porte. Forma uma copa alongada e arredondada que pode chegar a 2 metros de diâmetro, com galhos que tendem a crescer para baixo, sendo estes ásperos. As folhas são ovais e lisas, de cor verde-escura.

As flores arredondadas mudam de cor conforme envelhecem, começando por uma tonalidade azul-violeta e clareando até tornarem-se brancas. É por esta razão que um mesmo arbusto pode apresentar flores de cores diferentes, e razão também para ter o nome de Ontem-Hoje-e-Amanhã. As flores tem vida curta, mas a floração é longa, durando toda a Primavera e Verão, desde que cultivadas em pleno sol. Os frutos são pequenos e em forma de cápsula.

borboletamanacaPode ser utilizada no paisagismo em cultivo isolado ou em grupos. Devido ao forte perfume de suas flores não deve ficar muito próximo à casa, quando haja alguém sensível a fortes odores. Caso não haja, podem ter um excelente efeito visual se plantadas junto a paredes ou muros, que ganham um belo colorido com a presença do Manacá-de-Cheiro.

Há uma borboleta, conhecida como Borboleta-do-Manacá, que deposita seus ovos apenas nas folhas desta planta, sendo este único alimento das lagartas. No caso do Brasil, devido à presença da Borboleta-do-Manacá, convém protegê-la da proximidade de pessoas na época em que estiverem com a presença das lagartas. Fora do Brasil não há a ocorrência desta borboleta. Se você está no Brasil e tem seu belo Manacá-de-Cheiro cheio de lagartas desta borboleta, não as destrua! Não se esqueça que as feias lagartas em pouco tempo vão transformar-se em belas borboletas. Elas não irão destruir a planta, pois necessitam que ela continue existindo para que continuem também existindo.

O Manacá-de-Cheiro necessita de sol pleno para ter uma abundante floração, mas suporta áreas sombreadas, desde que sempre haja a incidência de raios solares sobre ela. É uma planta de zonas tropical e subtropical, sendo portando, adaptada a climas quentes. Mas tem um melhor desenvolvimento em zonas onde há grandes diferenças de temperaturas (dias quentes e noites frias). Como tolera bem o frio pode ser cultivada em zonas de clima frio, mas não suportam geadas muito fortes. É justamente em locais de clima mais frio que tem maior floração.

manacadecheiro00Quanto ao solo, tolera os pobres mas desenvolve-se melhor em solos ricos de matéria orgânica. O solo não precisa ser bem drenado. Caso tenha um pequeno exemplar plantado em um vaso, a cada 2 anos deve trocar toda a terra que envolve a planta. Mas devido ao tamanho que pode atingir não tem vida longa em um vaso, devido à limitação de espaço.

As regas devem ser diárias durante o período de floração, mas em qualquer época do ano devem ser regadas com regularidade. A adubação deve ser feita em um intervalo de 15 a 20 dias, com adubo que contenha enxofre e potássio para que tenha um melhor desenvolvimento.

Dependendo do uso que se dê à planta deve ser podada regularmente. Junto às raízes nascem brotos que podem originar novas plantas. Ainda que não tenha interesse em fazer novas mudas este brotos devem ser retirados para evitar que o Manacá-de-Cheiro transforme-se em uma touceira.

Quanto à reprodução tanto podem ser por sementes, mudas ou estaquias, e em qualquer época do ano. Os brotos que surgem a partir da raiz, se retirados da planta dão origem a mudas. Além disso, galhos da planta podem dar origem a novas plantas (estaquia).

O Manacá-de-Cheiro pode ser atacado por fungos nos períodos mais úmidos do ano, que podem ser eliminados sem grandes dificuldades com um fungicida. Pode ser atacado por cochinilhas e pulgões, mas só devem ser tratadas com inseticida quando não estão no período de floração.

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Fontes:

Belas Borboletas

CEAP Design

Faz Facil

Gardening eu

Jardineironet

Paisagismo Digital

Abricó de Macaco

Flor do Abricó-de-Macaco

Flor do Abricó-de-Macaco

Estava uma vez, caminhando no Largo do Machado, no Rio de Janeiro. Fui visitar uma igreja onde minha mãe ia à missa quando morava no Rio. Comecei a sentir um perfume delicioso, e a primeira coisa que fiz foi procurar qual barraquinha de camelô estava vendendo um incenso tão gostoso (adoro incensos). Olhava para um lado e para outro e nada de achar aquele incenso tão bom. Foi quando me virei para a minha esquerda, quase atrás de mim, estava lá, aquele espetáculo da natureza.

Que incenso que nada! O perfume que eu sentia vinha das flores de uma árvore. Mas o que mais me chamou a atenção nem foi o perfume das flores, mas sim onde elas estavam. As flores que me atraíram pelo odor estavam espalhadas por todo o tronco da árvore, abertas e belas. Cheguei até a perguntar para uma pessoa que estava mesmo ao pé da árvore qual era o nome dela. Mas não soube dizer. Tirei fotos que só Deus sabe onde estão agora, e por muito tempo olhava-as e me perguntava qual seria o nome.

Esta imagem é muito semelhante ao que vi no Largo do Machado. Um tronco forrado de flores.

Esta imagem é muito semelhante ao que vi no Largo do Machado. Um tronco forrado de flores.

Abricó-de-macaco é o nome que aprendi, mas além deste nome, existem inúmeros outros pelos quais a árvore é conhecida, como: Curupita, Cuiarana, Castanha-de-macaco, Cuia-de-macaco, Árvore-de-macaco, Amêndoa-dos-Andes ou Macacarecuia. Dizem que é uma planta venerada por indígenas da Amazônia, sendo cultivada pelo homem há muito tempo. Do homem branco é conhecida desde o século XVII.

Esta árvore é originária da região amazônica, sendo que seu nome científico (Couroupita guianensis) refere-se ao local onde foi estudada pela primeira vez, a Guiana Francesa. Couroupita deriva de kouroupitoumou, o nome popular pelo qual é conhecida na Guiana Francesa. Também pode ser encontrada em zonas exteriores à floresta amazônica, como na Costa Rica, Panamá, Colômbia e Venezuela. Seu habitat natural são terrenos inundáveis e margens de igapós e rios. Mas em terrenos mais secos também desenvolve-se bem, no sul do Brasil.

Tem uma altura que pode atingir até 30 metros no habitat natural, fora dele varia de 8 a 15 metros, com um tronco de 30 a 60 cm de diâmetro. A copa da árvore é bem densa e longa, mas estreita. Muda de folhas, no habitat natural, até quatro vezes ao ano. Mas, conforme as folhas caem, novas folhas voltam a nascer e cobrem rapidamente a copa, levando apenas 4 dias do surgimento da folha até que esta atinja o tamanho normal.

Frutos do Abricó

Frutos do Abricó-de-Macaco

As flores, o espetáculo que me atraiu com o perfume, encontram-se espalhadas por todo o tronco, e podem ser vistas entre setembro e março. No tronco surgem ramificações por todo ele que lembram cipós, e por estes brotam as flores e os frutos. Estes cipós podem crescer até uns 3 metros de comprimento. A flor tem seis pétalas vermelhas ou laranjas, e na parte interna formada por estas pétalas fica uma área branca semi-coberta por uma espécie de aba de coloração rosada ou amarelada. O perfume destas flores lembra o das rosas, sendo o óleo essencial utilizado na perfumaria. As abelhas encarregam-se da polinização.

Os frutos amadurecem entre dezembro e março. São grandes e arredondados, de cor marrom e casca dura. Chegam a pesar 3 kgs e a ter 20 cm de diâmetro. É por causa destes frutos que em inglês é conhecida como Cannon-ball-tree (Árvore-bola-de-canhão). A polpa lembra gelatina azulada e tem um cheiro desagradável. Os frutos são comestíveis, mas devido ao cheiro não são muito apreciáveis. Porcos do mato no entanto, não se importam muito com isto.

Estes frutos chegam a produzir 300 sementes, que os macacos comem, por esta razão a árvore tem o nome associado ao animal. A casca destes frutos é utilizada para a fabricação artesanal de utensílios domésticos. Estes grandes frutos levam quase um ano para ficarem maduros, e podem ser bem perigosos ao caírem.

Mais belas flores do Abricó

Mais belas flores do Abricó-de-Macaco

No habitat natural, como a árvore é típica de terrenos alagados, o fruto acaba por cair na água ou ao menos em terreno alagado. Mas quando cultivadas para o paisagismo, deve-se ter o devido cuidado de não plantá-las em local de circulação de pessoas e veículos, pelo tamanho do fruto e também pelo mal-cheiro. Ainda assim, devido ao espetáculo que promove durante a floração, é largamente utilizada no paisagismo.

A madeira não é muito resistente, mas pode ser utilizada na fabricação de brinquedos, embalagens e outros artefatos que não exigem uma grande durabilidade da madeira.

Para a reprodução destas árvores fora do habitat natural, usam-se as sementes de seus enormes frutos. Depois de devidamente secas as sementes, coloca-se em recipientes individuais ou em canteiros sem sol direto (devem ficar protegidas do sol direto como estariam no habitat natural), em uma mistura de terra, argila e composto orgânico. Depois de 8 a 15 dias as sementes começam a germinar. As mudinhas que surgem desta germinação podem ser replantadas quando atingirem cerca de 10 cm. O plantio definitivo no campo pode ser feito com cerca de 6 meses. Nos primeiros anos de vida, devido à madeira ser mole, precisa de tutoreamento. Clima quente e muita água são apreciados por esta árvore. Somente depois de 5 anos de vida é que começam a aparecer as flores maravilhosas que me hipnotizaram através do perfume.

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Fontes:

Ache tudo e região – Abricó-de-Macaco

Jardineiro.net – Abricó-de-Macaco

Lecythidaceae Pages – Couroupita guianensis Aubl. (em inglês)